quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Um simples sonho de amor!


Talvez não possa transmitir com a intensidade que senti
Foi tão perfeito que gostaria que fosse real
Onde cada beijo tinha uma intensidade nova
Cada toque nos despertava mais curiosidade
Onde cada abraçar nos fazia sentir que nos conheciamos a anos, mas sempre querendo conhecer mais.
Nossa risada tinha o mesmo ritmo
A vontade de estar juntos vinha de ambos os lados.
Foi tão estranho, mas ao mesmo tempo tão bom.
Nem queria acordar, queria ficar ali com você
Porque na realidade não terei você .. !!

Amanda (Mandy)

domingo, 8 de novembro de 2009


Gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico.

(Não sei de quem é o texto... mais tem tudo a ver comigo!)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Sera?



A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?

Charles Chaplin